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Ambiente ideal para oferecer acolhimento e conforto para você e sua família
Nossa prioridade é a sua experiência, e estamos prontos para lhe acolher
Nossa equipe está pronta a lhe proporcionar o melhor atendimento






























































































Nelson Muxfeldt
Local de fácil acesso.
Possuem quarto para deficientes.
Café da manhã revigorante.
Tratamento maravilhoso da proprietária.
Possuem piscina aquecida fechada.
Possuem piscina aberta para adultos e crianças.
Espaços no exterior para total descontração.
Mariana Bergens de Souza
O hotel é simples, porém muito aconchegante quarto limpo, ventilado e espaçoso. Lugar silencioso e ótimo pra relaxar, pra que vai com criança tem muita área verde e com diversos brinquedos que garantem a diversão da criança. Café da manhã farto com muitas opções. Eu amei o final de semana que passei. A piscina aquecida é maravilhosa e limpa ao contrário de alguns comentários que vi. Mesmo estando frio pude aproveitar a piscina pois a agua é bem quentinha, minha filha se divertiu muito concerteza voltarei em uma outra oportunidade.
Rosangela E
O hotel tem os quartos grandes bem arejados com frigobar 🥰tem também uma sauna com piscina aquecida e um barzinho p comer petisco de beber uma cerveja com conforte a beira da piscina 🏊♀️ a sala de café da manhã e ampla é muito confortável …
Tania Mara Silva Benfica
Ótimo custo benefício. Hotel antigo mas bem conservado. Quartos grandes, sem cheiro de mofo. Hotel limpo, café da manhã bom. Piscina térmica maravilhosa. Tem também parquinho, piscinas ao ar livre, campo de futebol e salão de jogos. Perto do centro da cidade de carro. Super recomendo para quem vai com crianças. Ou para um casal que quer.aproveitar piscinas e sauna.
Ao fim dos anos noventa do séc. XIX, Dr. Paulo de Frontin e outros engenheiros começaram as obras para implantação da Linha Auxiliar da Estrada de Ferro Melhoramentos do Brasil, que por determinação do Imperador D. Pedro II, haviam sido iniciadas na década anterior para ligar Belém (atual Japeri) a Paraíba do Sul através do vale do Rio Santana, que irriga a região de Miguel Pereira.
Embora os serviços da ferrovia já se encontrassem em bom andamento, havia um entrave quase insolúvel para a época: a construção de um viaduto ferroviário no local chamado de Vera Cruz, a meio caminho da vila de Portela e a baixada do rio Santana.
Nenhum engenheiro se arriscou a apresentar novos cálculos por acreditarem ser uma empreitada extremamente difícil. O próprio Dr. Paulo de Frontin, um dos maiores engenheiros do Brasil não descobria o ponto correto de compatibilização matemática na planta do viaduto. Foi então que lembrou-se daquele jovem suíço que mostrou tanta competência em seus trabalhos realizados no Rio de Janeiro. Ao ser convidado para efetuação do trabalho de construção na serra interiorana, o Dr. Masô imediatamente aceitou o trabalho, partiu para enfrentar o novo desafio e conhecer as montanhas do Tinguá, junto com o amigo Frontin, do qual o Dr. Masô considerava-se modestamente também um operário subordinado.
Ao término da construção do viaduto, a obra de engenharia foi considerada absolutamente perfeita.
Logo todos os cálculos, plantas, croquis, devidamente corrigidos e refeitos foram enviados para a Bélgica, de onde viria já pronta toda a estrutura metálica do viaduto em forma de módulos ajustáveis.
Até os dias de hoje, no viaduto ferroviário, hoje denominado Dr. Paulo de Frontin, não existem rachaduras, fadiga de material, desvios tensionais ou mesmo uma esperada oxidação das juntas, metais e arrebites, cento e três anos depois. É a única ponte metálica do mundo em curva, com oitenta e dois metros de comprimento e a trinta e quatro metros acima do Rio Santana, local onde ocorrem enchentes e vendavais inesperados e violentos, que teoricamente poderiam comprometer a estrutura do viaduto.
Convencido por Peralta, Masô veio hospedar-se nas confortáveis instalações da Fazenda Pantanal, de propriedade do Dr. Peralta, servindo-se de seus carros para diariamente descer até as obras da estação da Estiva, onde embarcava na “Maria Fumaça” e seguia até a parada de Conrado. Com o tempo, o Dr. Masô passou a ser considerado membro da família Peralta; era chamado por tio pelos vários filhos de Peralta e sua esposa, Sra. Maria Adelaide. A primeira neta do casal chegou a ser embalada em seus braços. Tinha o nome de Laura, e ganhou o carinhoso apelido de Laurita. O destino faria com que, vinte anos depois, João Alberto Masô reaparecesse na fazenda e se casasse com Laurita.
Aos quarenta anos de idade, Masô volta ao Rio de Janeiro e reencontra em uma viagem de bonde a sua amiga Laura, filha primogênita do estimado Dr. Antônio Botelho Peralta, e mãe da pequenina Laurita que ele embalara em seu colo vinte anos antes. Convidado por Laura, o Dr. Masô seguiu para visitar a família tão amiga e rever os velhos trilhos e o famoso viaduto que contribuíra a cravar na Serra do Tinguá.
Na Fazenda Pantanal, Masô espantou-se: Laurita transformara-se naqueles vinte anos em uma fina, delicada, educada, recatada e linda moçoila e então derrubaram-se as amarras do coração ainda intacto do engenheiro.
Neste bairro e nesta avenida situa-se o Hotel Miguel Pereira, onde numa das glebas foi construído um sítio. Abraham Medina, proprietário das lojas “Rei da Voz” adquiriu posteriormente a propriedade e criou uma colônia de férias para seus funcionários, onde desfrutavam suas férias e finais de semana. Posteriormente, a colônia de férias foi adquirida e transformada em clube, com o nome de “Pousada Clube Miguel Pereira”. Finalmente na década de setenta foi transformado em pousada recebendo o nome de “Pousada Miguel Pereira” e posteriormente em “Hotel Miguel Pereira” e assim permanece até os dias de hoje, com o orgulho de ter pertencido a um passado tão cheio de coragem, determinação e glória; ao mesmo tempo integra nos dias de hoje a Vila Suissa, um dos mais nobres bairros da cidade de Miguel Pereira, um local extremamente aprazível e aconchegante da região.